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Na vasta tapeçaria da Bíblia, muitos personagens desempenham papéis fundamentais na história da fé. Um desses personagens é Terá, o pai de Abraão. Embora frequentemente ofuscado pela grandiosidade de seu filho, Terá possui uma história rica e significativa.
Nas páginas do Antigo Testamento, encontramos a narrativa épica dos patriarcas, figuras ancestrais que moldaram a fé judaica e cristã. Entre esses personagens venerados, destaca-se Abraão, o pai da fé, convocado por Deus a uma jornada extraordinária. Mas quem era o homem que deu origem a essa linhagem lendária? A resposta nos leva a Terá, o pai de Abraão, uma figura enigmática envolta em mistérios e simbolismos.
A Bíblia, em Gênesis 11:27-31, traça a linhagem de Terá, revelando-o como o pai de três filhos: Abrão (mais tarde conhecido como Abraão), Naor e Harã. Harã, por sua vez, teve um filho chamado Ló, que se tornaria figura importante na história de Abraão.
A Bíblia, em Gênesis 11:27-31, traça a linhagem de Terá, revelando-o como o pai de três filhos: Abrão (mais tarde conhecido como Abraão), Naor e Harã. Harã, por sua vez, teve um filho chamado Ló, que se tornaria figura importante na história de Abraão.
Um olhar mais atento sobre os filhos de Terá:
A Bíblia não menciona o nome da esposa de Terá, nem mesmo esclarece se o pai de Abraão teve mais de uma esposa ou concubinas. No entanto, há indícios que sugerem a possibilidade de Terá ter tido outros filhos com outras mulheres.
É importante compreender que a família de Terá vivia em um contexto cultural e religioso muito diferente do nosso. Naquela época, a poligamia era comum, e o casamento entre irmãos próximos ainda não era proibido por Deus (Levítico 18:6-18).
Vale ressaltar que a família de Terá era idólatra. Isso significa que adoravam vários deuses, e o conhecimento do Deus único ainda não havia sido preservado nesse ramo da linhagem.
A narrativa bíblica nos revela que Terá e sua família migraram de Ur dos Caldeus para Harã, a convite de Deus (Gênesis 11:31). Após a morte de Harã, a família continuou sua jornada, seguindo para a terra prometida por Deus (Gênesis 12:5).
Terá faleceu em Harã, aos 205 anos de idade (Gênesis 11:32). Sua morte marcou o fim de uma era e o início de outra, com Abraão assumindo o papel de líder da família e respondendo ao chamado divino de forma plena.
Embora a narrativa bíblica se concentre em Abraão e seus descendentes, Terá assume um papel fundamental como elo ancestral e patriarca. Sua história, entrelaçada com a fé nascente do monoteísmo, oferece valiosas lições sobre obediência, fé e legado.
A narrativa bíblica não aprofunda a vida de Terá, deixando muitos aspectos em aberto. Sabemos que ele nasceu em Ur dos Caldeus, uma próspera metrópole mesopotâmica. Segundo a tradição, Terá era um adorador de ídolos, inserido na cultura politeísta da época.
Um ponto crucial na história de Terá é o chamado divino direcionado a Abraão. Deus ordena que Abraão deixe sua terra natal e siga para uma terra desconhecida. Terá, em um gesto de fé e obediência, acompanha o filho nessa jornada inicial, estabelecendo-se em Harã.
Harã, cidade situada na Mesopotâmia, representou um ponto de inflexão na jornada de Terá e Abraão. Segundo a Bíblia, Terá faleceu em Harã, aos 205 anos de idade.
Apesar da brevidade de sua narrativa na Bíblia, Terá exerce um papel crucial na história da fé. Ele foi o pai de Abraão, o patriarca que se tornaria o fundamento do judaísmo e, posteriormente, do cristianismo. Através de sua obediência ao chamado divino, Terá contribuiu para a propagação da fé monoteísta e para o nascimento de uma nova nação.
Terá é mencionado na Bíblia como o pai de Abraão, um dos patriarcas mais importantes do Antigo Testamento. Ele é filho de Naor e neto de Serug, pertencente à linhagem de Sem, filho de Noé.
Terá nasceu em Ur dos Caldeus, uma cidade antiga localizada na Mesopotâmia. Esta região é conhecida como o berço da civilização, rica em cultura e história. A genealogia de Terá é detalhada no Livro de Gênesis, onde aprendemos que ele teve três filhos: Abrão (mais tarde Abraão), Naor e Harã.
A Bíblia nos conta que Terá decidiu sair de Ur dos Caldeus para ir até Canaã. Este movimento foi significativo, pois Canaã se tornaria a terra prometida aos descendentes de Abraão. No entanto, durante essa jornada, Terá se estabeleceu em Harã, onde viveu até sua morte.
“E tomou Terá a Abrão seu filho, e a Ló, filho de Harã, filho de seu filho, e a Sarai sua nora, mulher de Abrão seu filho, e saiu com eles de Ur dos Caldeus, para ir à terra de Canaã; e vieram até Harã, e habitaram ali.” (Gênesis 11:31)
Apesar de não ter completado a viagem até Canaã, Terá teve um papel crucial na formação da fé de Abraão. Ele plantou as sementes de uma jornada espiritual que Abraão completaria, tornando-se o pai de muitas nações.
Embora muitas vezes seja uma figura secundária na narrativa bíblica, Terá desempenha um papel vital na história da fé. Sua decisão de sair de Ur e começar a jornada rumo a Canaã preparou o caminho para o cumprimento das promessas divinas através de seu filho, Abraão. Assim, a história de Terá nos inspira a confiar no plano de Deus e a perseverar, mesmo quando a jornada parece incerta.
A Bíblia não apresenta uma descrição explícita da fé de Terá. No entanto, o fato de ele ter acompanhado Abraão em sua jornada até Harã, mesmo sem saber o destino final, sugere que ele possuía um certo grau de fé e abertura ao chamado divino. Além disso, a tradição judaica o considera um prosélito, ou seja, alguém que se converteu do paganismo ao monoteísmo.
A relação entre Terá e Abraão era complexa e multifacetada. Terá era o pai de Abraão e, como tal, exercia uma influência significativa sobre ele. A obediência de Abraão ao chamado divino, mesmo contra a vontade de seu pai, demonstra a força da fé de Abraão e a importância de seguir a vontade de Deus acima de tudo.
A Bíblia não fornece detalhes sobre o que aconteceu com Terá após a partida de Abraão para Canaã. Sabemos que ele faleceu em Harã, aos 205 anos de idade. É possível que ele tenha permanecido em Harã com seus outros filhos, Naor e Harã, ou que tenha acompanhado Abraão em sua jornada por um breve período antes de retornar para casa.
O legado de Terá está intrinsecamente ligado ao de Abraão. Ele foi o pai do patriarca que fundou o monoteísmo e deu origem às religiões judaica e cristã. Sua obediência ao chamado divino, mesmo que incompleta, serviu como um alicerce para a fé de Abraão e para a propagação do monoteísmo no mundo.
A história de Terá nos ensina sobre a importância da fé, da obediência e da submissão à vontade de Deus. Mesmo que não compreendamos completamente seus planos, devemos confiar em Deus e seguir seus passos com fé e esperança. A jornada de Terá nos lembra que a fé é um processo contínuo que se desenvolve ao longo da vida, e que mesmo pequenos passos de fé podem ter um impacto significativo no mundo.tunesharemore_vert